Flor bizarra do Norte! A estranha graça Que o teu corpo de sílfide promana, Vem da saudade que em teus olhos passa Como uma sombra de tristeza humana. Quem, no...
Raul Bopp 24/01/2019
Flor bizarra do Norte! A estranha graça Que o teu corpo de sílfide promana, Vem da saudade que em teus olhos passa Como uma sombra de tristeza humana. Quem, no...
Meu corpo é teu, senhor. Queres beijá-lo? Por que colheste, no horto em que eu vivia, meu corpo em flor de tâmara macia, sem teres forças para machucá-lo? Na excitação...
Sob a lorgnette d’ouro, em tédio humano, O olhar reflete a pompa do seu vulto, Quase à sombra das pálpebras oculto, Indiferente a todo olhar profano. Dentro do ebânico esplendor,...
Sempre de tarde, na hora em que escurece, este sino na torre alta e sombria começa a dar adeus ao fim do dia, até que a última cor desaparece. Com...
Olha este barco como vai sereno, Levando nele os ledos namorados, Voluptos irrequietos e abraçados E tanto amor num bote tão pequeno! Fôssemos nós ali, com barco pleno Às ondas...