Cismo o sereno silêncio: sou: estou humanamente em paz comigo: ternura. Paz que dói, de tanta. Mas orvalho. Em seu bojo estou e vou, como sou. Ternura: maneira funda, cristalina...
Thiago de Mello 06/02/2023
Cismo o sereno silêncio: sou: estou humanamente em paz comigo: ternura. Paz que dói, de tanta. Mas orvalho. Em seu bojo estou e vou, como sou. Ternura: maneira funda, cristalina...
Agora sei quem sou. Sou pouco, mas sei muito, porque sei o poder imenso que morava comigo, mas adormecido como um peixe grande no fundo escuro e silencioso do rio...
O que não fiz ficou vivo pelo avesso. O que não tive pertence à dor do meu canto. A estrela que mais amei acende o meu desencanto. Vinagre? Sombra de...
Não faço poemas como quem chora, nem faço versos como quem morre. Quem teve esse gosto foi o bardo Bandeira quando muito moço; achava que tinha os dias contados pela...
Já fiz mais do que podia Nem sei como foi que fiz. Muita vez nem quis a vida a vida foi quem me quis. Para me ter como servo? Para...