Aleksandr Blok

Alexander Blok – Fábrica

No prédio há janelas citrinas E à noite – quando cai a noite, Rangem aldravas pensativas, Homens aproximam-se afoitos. E os portões fechados, severos; Do muro – do alto do muro, Alguém imóvel, alguém negro Numera os homens sem barulho. Eu, dos meus cimos, tudo ouço: Ele os chama, com voz de aço, Costas curvas, …

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