Amo-te com as raízes de uma canção negreira na madrugada dos meus olhos pardos. E derrotas de fome nas minhas mãos de bronze florescem languidamente na velha e nervosa cadência...
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José Craveirinha
Suam no trabalho as curvadas bestas E não são bestas, são homens, Maria! Corre-se a pontapé os cães na fome dos ossos E não são cães, são homens, Maria! Pisam-se...


