• Início
  • Contato

Tudo é Poema

  • William Shakespeare foi um poeta, dramaturgo e ator inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de "Bardo do Avon"
    William Shakespeare 23/11/2017

    William Shakespeare – Soneto XII

    Quando a hora dobra em triste e tardo toque E em noite horrenda vejo escoar-se o dia, Quando vejo esvair-se a violeta, ou que…

  • Leonardo Koury Martins 22/11/2017

    Leonardo Koury Martins – Só mais um pouquinho

    Só um pouquinho, de atenção, carinho, o tempo e curto, acaba como o vinho, e eu te quero. E mesmo assim espero, faço de…

  • José Saramago 22/11/2017

    José Saramago – Se não tenho outra voz…

    Se não tenho outra voz que me desdobre Em ecos doutros sons este silêncio, É falar, ir falando, até que sobre A palavra escondida…

  • joao cabral de melo neto
    João Cabral de Melo Neto 22/11/2017

    João Cabral de Melo Neto – A literatura como turismo

    Certos autores são capazes de criar o espaço onde se pode habitar muitas horas boas: um espaço-tempo, como o bosque. Onde se ir nos…

  • Hilda Hilst
    Hilda Hilst 22/11/2017

    Hilda Hilst – IV(Dez Chamamentos ao Amigo)

    Minha medida? Amor. E tua boca na minha Imerecida. Minha vergonha? O verso Ardente. E o meu rosto Reverso de quem sonha. Meu chamamento?…

  • Hilda Hilst
    Hilda Hilst 22/11/2017

    Hilda Hilst – III (Dez Chamamentos ao Amigo)

    Se refazer o tempo, a mim, me fosse dado Faria do meu rosto de parábola Rede de mel, ofício de magia E naquela encantada…

  • florbela espanca
    Florbela Espanca 22/11/2017

    Florbela Espanca – Fanatismo

    Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida. Meus olhos andam cegos de te ver! Não és sequer razão do meu viver, Pois que tu és já…

  • Ferreira Gullar
    Ferreira Gullar 22/11/2017

    Ferreira Gullar – As peras

    As peras, no prato, apodrecem. O relógio, sobre elas, mede a sua morte? Paremos o pêndulo. Deteríamos, assim, a morte das frutas? Oh as…

  • fernando pessoa
    Fernando Pessoa 22/11/2017

    Fernando Pessoa – Andei léguas de sombra

    Andei léguas de sombra Dentro em meu pensamento. Floresceu às avessas Meu ócio com sem-nexo, E apagaram-se as lâmpadas Na alcova cambaleante. Tudo prestes…

  • adélia prado
    Adélia Prado 21/11/2017

    Adélia Prado – Amor feinho

    Eu quero amor feinho.  Amor feinho não olha um pro outro.  Uma vez encontrado, é igual fé,  não teologa mais.  Duro de forte, o…

  • Adélia Maria Woellner 21/11/2017

    Adélia Maria Woellner – Alienação

    As nuvens se encolheram,  abrindo caminho no céu,  revelando a infinitude do vazio.  O vento não soltou a voz;  os animais se aninharam silenciosamente; …

  • álvares de azevedo
    Alvares de Azevedo 20/11/2017

    Alvares de Azevedo – Anjos do mar

    As ondas são anjos que dormem no mar, Que tremem, palpitam, banhados de luz… São anjos que dormem, a rir e sonhar E em…

  • almeida garrett
    Almeida Garrett 20/11/2017

    Almeida Garrett – Saudades

    Leva este ramo, Pepita, De saudades portuguesas; É flor nossa, e tão bonita Não na há noutras devesas. Seu perfume não seduz, Não tem…

  • paulo leminski
    Paulo Leminski 19/11/2017

    Paulo Leminski – Aviso aos Náufragos

    Esta página, por exemplo, não nasceu para ser lida. Nasceu para ser pálida, um mero plágio da Ilíada, alguma coisa que cala, folha que…

  • cecilia meireles
    Cecília Meireles 19/11/2017

    Cecilia Meireles – A Noite

    A noite é essa escuridão tão envolvente que parece um exercício de morte: assim vai desaparecendo tudo, assim desaparecemos dos outros e de nós.…

Older Posts →
← Newer Posts
  • Início
  • Contato
  • Política de Privacidade

Tudo é Poema 2023