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Tudo é Poema

  • Manuel Bandeira, poeta brasileiro, autor do poema Desesperança
    Manuel Bandeira 03/12/2017

    Manuel Bandeira – Canto de natal

    O nosso menino Nasceu em Belém. Nasceu tão-somente Para querer bem. Nasceu sobre as palhas O nosso menino. Mas a mãe sabia Que ele…

  • Natália Correia
    Natália Correia 02/12/2017

    Natália Correia – Falavam-me de amor

    Quando um ramo de doze badaladas se espalhava nos móveis e tu vinhas solstício de mel pelas escadas de um sentimento com nozes e…

  • antonio gedeao
    António Gedeão 02/12/2017

    António Gedeão – Dia de natal

    Hoje é dia de ser bom. É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, de falar e de ouvir com mavioso tom,…

  • Fernando Pessoa, poeta português, heterônimo Álvaro de Campos
    Fernando Pessoa 02/12/2017

    Fernando Pessoa – Chove. É dia de natal

    Chove. É dia de Natal. Lá para o Norte é melhor: Há a neve que faz mal, E o frio que ainda é pior.…

  • Vinicius de Moraes, poeta e letrista brasileiro, autor de Ternura
    Vinicius de Moraes 02/12/2017

    Vinicius de Moraes – Poema de natal

    Para isso fomos feitos: Para lembrar e ser lembrados Para chorar e fazer chorar Para enterrar os nossos mortos – Por isso temos braços…

  • pablo neruda
    Pablo Neruda 30/11/2017

    Pablo Neruda – Para o meu coração…

    Para o meu coração basta o teu peito,  para a tua liberdade as minhas asas.  Da minha boca chegará até ao céu  o que…

  • Bocage 30/11/2017

    Bocage – A Rosa

    Tu, flor de Vénus,  Corada Rosa,  Leda, fragrante,  Pura, mimosa,  Tu, que envergonhas  As outras flores,  Tens menos graça  Que os meus amores.  Tanto…

  • cecilia meireles
    Cecília Meireles 27/11/2017

    Cecilia Meireles – Primeiro motivo da rosa

    Vejo-te em seda e nácar, e tão de orvalho trêmula, que penso ver, efêmera, toda a Beleza em lágrimas por ser bela e ser…

  • carlos drummond de andrade
    Carlos Drummond de Andrade 27/11/2017

    Carlos Drummond de Andrade – A folha

    A natureza são duas. Uma, tal qual se sabe a si mesma. Outra, a que vemos. Mas vemos? Ou é a ilusão das coisas?…

  • António Nobre 25/11/2017

    António Nobre – Vaidade, tudo vaidade!

    Vaidade, meu amor, tudo vaidade!  Ouve: quando eu, um dia, for alguém,  Tuas amigas ter-te-ão amizade,  (Se isso é amizade) mais do que, hoje,…

  • antero de quental
    Antero de Quental 25/11/2017

    Antero de Quental – Nirvana

    Viver assim: sem ciúmes, sem saudades,  Sem amor, sem anseios, sem carinhos,  Livre de angústias e felicidades,  Deixando pelo chão rosas e espinhos;  Poder…

  • Vergílio Ferreira 25/11/2017

    Vergílio Ferreira – Que há para lá do sonhar?

    Céu baixo, grosso, cinzento  e uma luz vaga pelo ar  chama-me ao gosto de estar  reduzido ao fermento  do que em mim a levedar …

  • Vergílio Ferreira 25/11/2017

    Vergílio Ferreira – Cai a chuva abandonada

    Cai a chuva abandonada  à minha melancolia,  a melancolia do nada  que é tudo o que em nós se cria.  Memória estranha de outrora …

  • mario quintana
    Mario Quintana 24/11/2017

    Mario Quintana – Canção da Primavera

    Primavera cruza o rio Cruza o sonho que tu sonhas. Na cidade adormecida Primavera vem chegando. Catavento enlouqueceu, Ficou girando, girando. Em torno do…

  • Rodrigo Rossi 24/11/2017

    Rodrigo Rossi – Soneto do encontro

    Ante um vazio de sombra e solidão, Corrompido por chamas de tristeza, Surge a romper com uma arda frieza Uma luz a extinguir a…

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