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Tudo é Poema

  • Ferreira Gullar
    Ferreira Gullar 07/11/2018

    Ferreira Gullar – Cantiga para não morrer

    Quando você for se embora, moça branca como a neve, me leve. Se acaso você não possa me carregar pela mão, menina branca de…

  • paulo leminski
    Paulo Leminski 07/11/2018

    Paulo Leminski – Amar você é coisa de minutos…

    Amar você é coisa de minutos A morte é menos que teu beijo Tão bom ser teu que sou Eu a teus pés derramado…

  • olavo bilac
    Olavo Bilac 07/11/2018

    Olavo Bilac – XXX

    Ao coração que sofre, separado Do teu, no exílio em que a chorar me vejo, Não basta o afeto simples e sagrado Com que…

  • Hilda Hilst
    Hilda Hilst 07/11/2018

    Hilda Hilst – IX (Tenta-me de novo)

    E por que haverias de querer minha alma Na tua cama? Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas Obscenas, porque era assim que gostávamos. Mas não…

  • mario quintana
    Mario Quintana 06/11/2018

    Mario Quintana – Bilhete

    Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se…

  • manuel bandeira
    Manuel Bandeira 06/11/2018

    Manuel Bandeira – Teresa

    A primeira vez que vi Teresa Achei que ela tinha pernas estúpidas Achei também que a cara parecia uma perna Quando vi Teresa de…

  • cora coralina
    Cora Coralina 06/11/2018

    Cora Coralina – Meu destino

    Nas palmas de tuas mãos leio as linhas da minha vida. Linhas cruzadas, sinuosas, interferindo no teu destino. Não te procurei, não me procurastes…

  • carlos drummond de andrade
    Carlos Drummond de Andrade 06/11/2018

    Carlos Drummond de Andrade – Também já fui Brasileiro

    Eu também já fui brasileiro moreno como vocês. Ponteei viola, guiei forde e aprendi na mesa dos bares que o nacionalismo é uma virtude.…

  • Menotti Del Picchia
    Menotti Del Picchia 05/11/2018

    Menotti Del Picchia – O discurso

    Naquele piquenique o rábula Higino, sem escovar o fraque, sem largar o guarda-chuva, trepou na mesa de caixotes, derramou com o borzeguim uma garrafa…

  • lêdo ivo
    Lêdo Ivo 05/11/2018

    Lêdo Ivo – Hora de falar

    Cala-te, boca! Mas como posso calar se até as pedras da rua falam e gritam sem parar? Que falem até os mudos e os…

  • murilo mendes
    Murilo Mendes 05/11/2018

    Murilo Mendes – O poeta na igreja

    Entre a tua eternidade e o meu espírito se balança o mundo das formas. Não consigo ultrapassar a linha dos vitrais pra repousar nos…

  • mauro mota
    Mauro Mota 05/11/2018

    Mauro Mota – Sonambulismo

    É noite erma. Silêncio. Ergo-me do aposento, que é pequeno demais para conter meu sonho, sonâmbulo abro a porta, a alameda transponho; — a…

  • manuel bandeira
    Manuel Bandeira 03/11/2018

    Manuel Bandeira – Os sinos

    Sino de Belém, Sino da paixão… Sino de Belém, Sino da paixão… Sino do Bonfim!… Sino do Bonfim!… Sino de Belém, pelos que ainda…

  • cora coralina
    Cora Coralina 03/11/2018

    Cora Coralina – Estas mãos

    Olha para estas mãos de mulher roceira, esforçadas mãos cavouqueiras. Pesadas, de falanges curtas, sem trato e sem carinho. Ossudas e grosseiras. Mãos que…

  • mario quintana
    Mario Quintana 03/11/2018

    Mario Quintana – Depois

    Nem a coluna truncada: Vento. Vento escorrendo cores, Cor dos poentes nas vidraças. Cor das tristes madrugadas. Cor da boca… Cor das tranças… Ah,…

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