• Início
  • Contato

Tudo é Poema

  • Bertolt Brecht
    Bertolt Brecht 15/10/2017

    Bertolt Brecht – Nada é impossível de mudar

    Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como…

  • fernando pessoa
    Álvaro de Campos Fernando Pessoa 14/10/2017

    Álvaro de Campos – A frescura

    Ah a frescura na face de não cumprir um dever! Faltar é positivamente estar no campo! Que refúgio o não se poder ter confiança…

  • adélia prado
    Adélia Prado 14/10/2017

    Adélia Prado – Corridinho

    O amor quer abraçar e não pode. A multidão em volta, com seus olhos cediços, põe caco de vidro no muro para o amor…

  • J.G. de Araújo Jorge 10/10/2017

    J.G de Araujo Jorge – Decolagem

    “O ato da criação poética é uma decolagem.” Proust Decolo de mim mesmo: Mas sobem comigo as raízes da angústia de um mundo cada vez…

  • J.G. de Araújo Jorge 10/10/2017

    J.G. de Araújo Jorge – Canto resignado

    Sou um poeta dionisíaco, visionário, resignado em seu destino sedentário. Sonho, como os pássaros que se vão a cada alvorada e adormecem, à música…

  • paulo leminski
    Paulo Leminski 08/10/2017

    Paulo Leminsk – Contranarciso

    em mim eu vejo o outro e outro e outro enfim dezenas trens passando vagões cheios de gente centenas o outro que há em…

  • vinicius de moraes
    Vinicius de Moraes 08/10/2017

    Vinicius de Moraes – Soneto de intimidade

    Nas tardes de fazenda há muito azul demais. Eu saio às vezes, sigo pelo pasto, agora Mastigando um capim, o peito nu de fora…

  • Cecília Meireles 08/10/2017

    Cecilia Meireles – O santo no Monte

    No monte, o Santo em seu manto, sorria tanto! Sorria para uma fonte que havia no alto do monte e também porque defronte se…

  • Cecília Meireles 04/10/2017

    Cecilia Meireles – Natureza morta

    Tinha uma carne de malmequeres, fina e translúcida, com tênues veios de ametista, como o desenho sutil dos rios. E ainda ficava mais branco,…

  • Luís Vaz de Camões
    Luís Vaz de Camões 04/10/2017

    Luís Vaz de Camões – Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades

    Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,  Muda-se o ser, muda-se a confiança:  Todo o mundo é composto de mudança,  Tomando sempre novas qualidades.  Continuamente…

  • Mário de Sá-Carneiro
    Mário de Sá-Carneiro 03/10/2017

    Mário de Sá-Carneiro – Escavação

    Numa ânsia de ter alguma cousa,  Divago por mim mesmo a procurar,  Desço-me todo, em vão, sem nada achar,  E a minh’alma perdida não…

  • Mário de Sá-Carneiro
    Mário de Sá-Carneiro 03/10/2017

    Mário de Sá-Carneiro – Partida

    Ao ver escoar-se a vida humanamente  Em suas águas certas, eu hesito,  E detenho-me às vezes na torrente  Das coisas geniais em que medito. …

  • thiago de mello
    Thiago de Mello 03/10/2017

    Thiago de Mello – Arte de Amar

    Não faço poemas como quem chora, nem faço versos como quem morre. Quem teve esse gosto foi o bardo Bandeira quando muito moço; achava…

  • thiago de mello
    Thiago de Mello 03/10/2017

    Thiago de Mello – Fio de vida

    Já fiz mais do que podia Nem sei como foi que fiz. Muita vez nem quis a vida a vida foi quem me quis.…

  • Walt Whitman
    Walt Whitman 02/10/2017

    Walt Whitman – Às vezes com quem amo

    Às vezes com quem amo fico cheio de raiva, por medo de estar dando amor não retribuído; agora penso porém que não há amor…

Older Posts →
← Newer Posts
  • Início
  • Contato
  • Política de Privacidade

Tudo é Poema 2023