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Tudo é Poema

  • António Manuel Couto Viana 16/01/2019

    António Manuel Couto Viana – A galinha espertinha

    Era uma vez uma galinha Que entrou pela cozinha, Onde havia uma panela, Mas sem nada dentro dela. Ouviu, então, A voz fraquinha do…

  • Afonso Lopes Vieira 16/01/2019

    Afonso Lopes Vieira – O cão

    O cão Que faz ão, ão É bom amigo como os que o são! É bom amigo, bom companheiro, É valente, fiel, verdadeiro, Leal,…

  • miguel torga
    Miguel Torga 15/01/2019

    Miguel Torga – Não saibas: imagina…

    Deixa falar o mestre, e devaneia… A velhice é que sabe, e apenas sabe Que o mar não cabe Na poça que a inocência…

  • Alphonsus de Guimaraens
    Alphonsus de Guimaraens 15/01/2019

    Alphonsus de Guimaraens – Ismália

    Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar… Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar. No sonho em que se perdeu,…

  • Antonio Aleixo 15/01/2019

    António Aleixo – Quadras

    Eu não tenho vistas largas Nem grande sabedoria, Mas dão-me as horas amargas Lições de filosofia. ………………………………… Há lutas por mil doutrinas. Se querem…

  • eugénio de andrade
    Eugénio de Andrade 15/01/2019

    Eugénio de Andrade – As palavras

    São como um cristal As palavras. Algumas, um punhal, Um incêndio. Outras, orvalho apenas. Secretas vêm, cheias de memória. Inseguras navegam: Barcos ou beijos,…

  • Bocage 14/01/2019

    Bocage – Fábula

    Contam que certa raposa, Andando muito esfaimada, Viu roxos, maduros cachos Pendentes de alta latada. De bom grado os trincaria, Mas sem lhes poder…

  • manuel bandeira
    Manuel Bandeira 14/01/2019

    Manuel Bandeira – O pardalzinho

    O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma…

  • Matilde Rosa Araujo 14/01/2019

    Matilde Rosa Araújo – Loas à chuva e ao vento

    Chuva, porque cais? Vento, aonde vais? Pingue… Pingue… Pingue… Vu… Vu…Vu… Chuva, porque cais? Vento, aonde vais? Pingue… Pingue… Pingue… Vu… Vu…Vu… Ó vento…

  • Sophia de Mello Breyner Andresen
    Sophia de Mello Breyner Andresen 14/01/2019

    Sophia de Mello Breyner Andresen – As pessoas sensíveis

    As pessoas sensíveis não são capazes De matar galinhas Porém são capazes De comer galinhas O dinheiro cheira a pobre e cheira À roupa…

  • eugénio de andrade
    Eugénio de Andrade 14/01/2019

    Eugénio de Andrade – Adeus

    Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, E o que nos ficou não chega Para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo…

  • lya luft
    Lya Luft 14/01/2019

    Lya Luft – Canção do recomeço

    A casa aonde voltei depois de muitos anos, boia como uma ilha de aguapés na noite, presa por uma raiz doce e dolorosa que…

  • paulo leminski
    Paulo Leminski 14/01/2019

    Paulo Leminski – O par que me parece

    Pesa dentro de mim o idioma que não fiz, aquela língua sem fim feita de ais e de aquis. Era uma língua bonita, música,…

  • adélia prado
    Adélia Prado 14/01/2019

    Adélia Prado – Lembrança de maio

    Meu coração bate desamparado onde minhas pernas se juntam. É tão bom existir! Seivas, vergônteas, virgens, tépidos músculos que sob as roupas rebelam-se. No…

  • vinicius de moraes
    Vinicius de Moraes 11/01/2019

    Vinicius de Moraes – Soneto a Octávio de Faria

    Não te vira cantar sem voz, chorar Sem lágrimas, e lágrimas e estrelas Desencantar, e mudo recolhê-las Para lançá-las fulgurando ao mar? Não te…

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