Mário de Sá-Carneiro

Mário de Sá-Carneiro – Fim

Quando eu morrer
Batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes
Façam estalar no ar chicotes
Chamem palhaços e acrobatas.

Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza:
A um morto nada se recusa,
E eu quero por força ir de burro…

 

Mário de Sá-Carneiro, Poesias de Mário de Sá-Carneiro

Tudo é Poema

Publicado por
Tudo é Poema

Poemas Recentes

Sergio Vaz – Porém

Queria ter vivido… Leia Mais

1 mês atrás

Lya Luft – Canção Romântica

Quando eu morrer… Leia Mais

1 mês atrás

Maya Angelou – Onde pertencemos, um dueto

Onde pertencemos, um… Leia Mais

2 meses atrás